O JÚBILO DE QUEM AMA
29 de Novembro de 2008

 

CITAÇÃO DE HOJE: "LOUVAI A DEUS COM BRADOS DE JÚBILO, TODAS AS TERRAS. CANTAI A GLÓRIA DO SEU NOME, DAI GLÓRIA EM SEU LOUVOR."Sl 66:1-2

 

Louvai ao Senhor !

Sentimo-nos profundamente comovidos, quando contemplamos as maravilhosas obras de Deus, porém, com a nossa natureza efêmera,  sempre adiamos este ato obrigatório e extremamente relevante: Render-Lhe graças. 

 

O  Salmo 150 enfatiza que, além de louvarmos ao Senhor com nossos cânticos, devemos louvá-LO com instrumentos musicais no Seu santuário. Entretanto, para rendermos graças e louvores ao Senhor, devemos expressar esta gratidão, através de uma vida com amor e alegria, com nossa fé em Cristo, com a fome espiritual do Seu Reino e pela Sua justiça.

 

"TUDO  QUANTO  TEM  FÔLEGO  LOUVE  AO  SENHOR. LOUVAI AO SENHOR !" Sl 150:6

 

 

ORAÇÃO PARA HOJE: FAZE-ME, SENHOR, UM INSTRUMENTO DE LOUVOR AO TEU NOME. AMÉM.

 

Fonte de inspiração: http://www.bbnradio.org 

cleudf
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publicado por cleudf às 02:27 link do post
sinto-me: Fortalecida pela graça de Deus
música: Deus do Impossível
28 de Novembro de 2008

 

Na História da música, o termo Música antiga designa a música desenvolvida na Idade Antiga, no seio das primeiras civilizações a utilizarem a escrita, estabelecidas em várias partes do mundo. A música desta época estabeleceu as bases para todo o desenvolvimento musical posterior.

 

As primeiras civilizações musicais se estabeleceram principalmente nas regiões férteis ao longo das margens de rios na Ásia central, como as aldeias no vale do Jordão, na Mesopotâmia, Índia (vale do Indo atualmente no paquistão), Egito (Nilo) e China (Huang He). A iconografia dessas regiões é rica em representações de instrumentos musicais e de práticas relacionadas à música. Os primeiros textos destes grupos apresentam a música como atividade ligada à magia, à saúde, à metafísica e até à política destas civilizações, tendo papel freqüente em rituais religiosos, festas e guerras. As cosmogonias de várias destas civilizações possuem eventos musicais relacionados à criação do mundo e suas mitologias freqüentemente apresentam divindades ligadas à música.

A música da antiguidade clássica, sobretudo a música grega estabeleceu as bases para todo o sistema de modos e escalas utilizado na música ocidental.

 Mesopotâmia

 Sumérios

Dentre os povos da Mesopotâmia, os Sumérios foram os que mais se destacaram culturalmente. De origens incertas, este povo estabeleceu uma civilização há cerca de 6 mil anos. A rica cultura de Sumer floresceu e influenciou, por mais de 3 mil anos, todos os povos da Ásia Central, como os assírios, cananeus, egípcios, fenícios, babilônios e hebreus. A música exercia papel importante nos ritos solenes ou familiares. Não foram encontrados registros de um sistema de notação musical, mas alguns documentos cuneiformes datados dos séculos XVIII a.C. a XV a.C. atestam a existência de uma elaborada teoria musical. Trabalhos de tradução publicados pelo padre Gurney e Marcele Duchesne-Guillemin entre 1963 e 1969 revelam que estas tábuas tratavam de um sistema de afinação para uma Lira de 9 cordas e, por extensão, permitem estabelecer que os sumérios possuiam, além das escalas pentatônicas mais usuais, uma escala diatônica de sete sons.

 

Foram encontrados também, vestigios de diversos instrumentos avançados para a época. Uma harpa de cordas percutidas, ancestral do Piano, flautas de cana e de prata, liras de cinco a onze cordas, uma espécie de alaúde de braço longo e uma harpa com coluna de apoio (por volta do Século XXV a.C.).

 Assírios

Os assírios deixaram vasta documentação de sua cultura musical na forma de pinturas, esculturas, baixos-relevos e textos literários. Os músicos tinham papel proeminente na sociedade e são mais reverenciados que os sábios. A música, para este povo, era associada ao poder e os músicos dos povos conquistados sempre eram poupados e levados até as cidades assírias para que sua arte pudesse ser absorvida. Este é o primeiro povo que se tem notícia a formar grandes orquestras que podiam chegar a 150 componentes entre cantores e instrumentistas.

 Egito

 
Mulheres tocando flauta, alaúde e harpa.
Afresco encontrado em Tebas, Egito. c. 1422 a 1411 a.C.

 

Estudiosos acreditam que a música no Antigo Egito tenha origens tão remotas como a da Mesopotâmia. Graças a afrescos em templos e túmulos, é possível reconstruir com relativa precisão o desenvolvimento dos instrumentos musicais e o uso da música na civilização egípcia. Entre o Sexto e o Quarto milênio a.C., após o estabelecimento das primeiras cidades, a dança era a principal manifestação musical e os instrumentos provavelmente vieram do sul da África e da Suméria.

 

Na época do Império Antigo, entre a III e X Dinastias, c. 2635 a 2060 a.C., a música egípcia viveu seu auge. Muitas representações mostram pequenos conjuntos musicais, (com cantores, harpas e flautas) e inscrições coreográficas descrevem danças realizadas para o Faraó. Acredita-se que este tenha sido o período de maior florescimento da arte musical egípcia .

 

No Império Médio (XI a XVII dinastia) conjuntos maiores e até orquestras são representados. Entre os instrumentos , há harpas, alaúdes, liras, flautas, flautas de palheta dupla (oboés), trombetas, tambores e crótalos. No Império Novo (XVIII a XX dinastia), estes instrumentos se aperfeiçoam. A música passa a ter papel ritual e militar.

 

Alguns destes instrumentos foram encontrados em escavações de pirâmides, templos e túmulos subterrâneos do Vale dos Reis, mas infelizmente, nenhum deles de afinação fixa. Isso impossibilita definir que tipos de escalas musicais eram utilizadas. Não foi encontrado nenhum texto que permita deduzir a existência de um sistema de notação e também não há textos sobre teoria musical. Aparentemente isso se deve ao fato de que os músicos não gozavam, entre os egípcios, do mesmo status que tinham entre os sumérios. Muitos afrescos mostram músicos sempre ajoelhados e vestidos como escravos. A posição subalterna não permitia a transmissão dessa arte pouco valorizada através dos textos.

 

A cultura musical do Egito Antigo entrou em decadência junto ao próprio Império. Com as sucessivas invasões, a música do egito passou a ser influenciada pelos gregos e romanos, perdendo totalmente sua independência. Músicos gregos são contratados para integrar a corte e trazem consigo alguns de seus instrumentos. Até uma espécie de órgão hidráulico foi encontrado. Alguns musicólogos acreditam que os últimos vestígios da música faraônica ainda possam ser identificados na liturgia copta.

 

As imagens esculpidas nas gigantescas pirâmides revelam-nos que os egípcios possuíram numerosas espécies de instrumentos musicais: harpas, alaúdes, flautas simples, duplas, retas e transversair, trompas e instrumentos de percussão, compreendendo vários tipos de tambores e campainhas entre as quais o "sistro".

 

Na decoração dos vasos gregos da antiguidade, um tema frequente era as musas tocando cítara e lira

Fonte: Wikipédia

Fonte: Wikipédia

cleudf
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sinto-me: Aliviada
música: ALLELUYAH- HENDEL
26 de Novembro de 2008

 

 

Em busca de inspiração para publicar um novo post em meu blog, habitualmente percorro uma quantidade razoável no mundo blogosfera, para dirimir quaisquer dúvidas existenciais, em um deles, surpreendentemente deparei-me com um vídeo, dos anos 60, de uma das mais belas e românticas músicas de minha preferência. Baseada neste impacto visual, fui induzida a pesquisar sobre a música, esta que é a genuína linguagem universal.

 

Enfatizamos portanto, que a música é a união de povos, raças, costumes... que elimina preconceitos, suaviza discriminações, preconiza a alguém ou multidão, acalanta os aflitos, preenche o vazio dos solitários; Assim como, abrasa os corações apaixonados, torna-se inebriantes os sonhos, desperta a imaginação transformando o impossível em realizável... De modo que, abordarei este tema, iniciando com a "História da Música."

 

História da Música é estudo das origens e evolução da Música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

 

Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica."

 

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.

 

A palavra MÚSICA deriva de "arte das musas" em uma referência à mitologia grega, marca fundamental da cultura da antigüidade ocidental. No entanto muitos estudiosos procuram as origens da música nos períodos anteriores da história do homem, ou seja, na pré-história. A maioria acredita que é muito difícil conceber como os "homens das cavernas" entendiam a música, pois não deixaram vestígios arqueológicos a respeito do entendimento dos sons, fato que permite muita especulação a respeito. No entanto, a possibilidade de imaginar a música em sociedades Pré-históricas é mais plausível do que se imagina, pois, utilizando os conceitos predominantes na sociologia, encontramos ainda hoje sociedades que vivem na pré-história, em um nível de organização social que não atingiu o estágio de civilização. O exemplo mais fácil para nossa percepção são os indígenas brasileiros, que, na maioria dos casos, vivem ainda no período neolítico, com o desenvolvimento de uma agricultura rudimentar e organização social tribal.

 

Dessa maneira podemos perceber que o homem na pré-história produzia uma música com caráter religioso, mágico, quer dizer, ritualístico, batendo as mãos e os pés, com um ritmo definido, agradecendo aos deuses ou buscando sua proteção para a caçada ou guerra. No mesmo período os homens passaram a bater na madeira, produzindo um som ritmado, surgindo assim o primeiro instrumento de percussão continua...

cleudf
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sinto-me: Esperançosa
música: Symphony nº5 - Beethoven
24 de Novembro de 2008

 

 

 

VAMOS  SORRIR?

 

Iniciemos uma semana repleta de júbilos e realizações. 

 

 

 

 

 

 

 

cleudf
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sinto-me: Serena
música: Sou feliz - BBNRADIO
22 de Novembro de 2008

 

Mar Portuguez

 

 

Ó MAR SALGADO, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos,

quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

 

Valeu a pena?

Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor

Deus ao mar o perigo e o abysmo deu,

Mas nelle é que espelhou o céu.

 

Fernando Pessoa

 

 

ALÉM DO OCEANO...

cleudf
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sinto-me: Feliz
música: Oceano - Djavan
21 de Novembro de 2008

Privilegiaram-me com um e-mail, que me atraiu demasiada e fui obrigada a refletir profundamente sobre a vida. Cheguei a conclusão que nem tudo está perdido e se cada um de nós contribuíssemos para alterarmos o sistema, talvez nossos filhos e netos poderão ter o privilégio de viverem em um mundo melhor, mais solidário.

Assim como este grande homem, que vocês verão o seu depoimento, que, vivenciando um drama familiar, ainda encontrou forças sobrenaturais, para a divulgação deste mal, que tanto nos preocupa e estamos expostos a contraí-lo: MAL DE ALZHEIMER.

LOUVO A DEUS PELA VIDA DO DR> ROBERTO, um homem digno de aplausos e do nosso respeito.

Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor.

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia
'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática,
disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo
ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do
músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca
mais esqueceu: esternocleidomastó ideo. O diagnóstico médico ainda não
é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome,
mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase,
nem controla mais suas funç ões fisiológicas, e tem os famosos
delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.

Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos
médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que...', frase
que me dá arrepios. Há trinta anos, não ouvia sequer uma menção a essa
doença maldita. Hoje, precisaria ter o triplo de dedos nas mãos para
contar os casos relatados por amigos e clientes em suas famílias.

O que está acontecendo?

Estamos diante de um surto de Alzheimer?

Finalmente nossos hábitos de vida 'moderna' estão enviando a conta?

O que os pesquisadores sabem de verdade sobre a doença?

Qual é o lado oculto dessa manifestação tão dolorosa?

Lendo o material disponível, chega-se a uma conclusão: essa é uma
doença extremamente complexa, camaleônica, de muitas faces e ainda
carregada de mistérios.

Sabe-se, por exemplo, que há um componente genético. Por outro lado, o
Dr. William Grant fez uma pesquisa que complicou u m pouco as coisas. Ele comparou a incidência da doença em descendentes de japoneses e de africanos que vivem nos EUA, e com japoneses e nigerianos que ainda vivem em seus respectivos países. Ele encontrou uma incidência da doença da ordem de 4,1para os descendentes de japoneses que vivem na América, contra apenas 1,8 de japoneses do Japão.

Os afro-americanos vão mais longe: 6,2 desenvolvem a doença, enquanto
apenas 1,4 dos nigerianos são atingidos por ela.

Hábitos alimentares?

Stress das pressões do Primeiro Mundo?

Mas o Japão não é Primeiro Mundo?

Não tem stress?

A alimentação parece ser sem dúvida um elo nessa corrente, e mais
ainda o alumínio. Segundo algumas pesquisas, a incidência de alumínio
encontrada nos cérebros de portadores da doença é assustadoramente
alta. Pesquisas feitas na Austrália e em alguns países da Europa
mostraram que, em atos alimentados com uma dieta rica, o sulfato de
alumínio (comumente colocado na água potável para matar bactérias,
além do alumínio presente também nas panelas ) danificou os cérebros
dos roedores de forma muito similar à causada nos humanos pelo
Alzheimer.

Pesquisas do Dr. Joseph Sobel, da Universidade da Califórnia do Sul,
mostraram que a incidência da doença é três vezes maior em pessoas
expostas à radiação elétrica (trabalhadores que ficavam próximos a
redes de alta tensão ou a máquinas elétricas). Mas não param por aí as
pesquisas, que apontam à arma em todas as direções.

Porém, a que mais me chocou e me motivou a fazer minhas próprias
elucubrações foi o estudo das freiras. Esse estudo, citado no livro A
Saúde do Cérebro, do Dr. Robert Goldman, Ed. Campus foi feito pelo Dr.
Snowdon, da Universidade de Kentucky. Eles estudaram 700 freiras do convento de Notre Dame. Na verdade, eles leram e analisaram as redações autobiográficas que cada freira era obrigada a escrever logo
ao entrar na ordem. Isso ocorria quando el as tinham em média 20 anos.
Essas freiras (um dos grupos mais homogêneos possíveis, o que reduz
muito as variáveis que deveriam ser controladas) foram examinadas
regularmente e seus cérebros investigados após suas mortes.

O que se constatou foi surpreendente. As que melhor se saíram nos
testes cognitivos e nas redações - em termos de clareza de raciocínio,
objetividade vocabulário, capacidade de expressar suas idéias, mesmo
apresentando os acidentes neurológicos típicos do Alzheimer (placas e
massas fibrosas de tecido morto) não desenvolveram a demência
característica da doença. Ou seja, elas tinham as mesmas seqüelas que
as outras freiras com Alzheimer diagnosticado (e que tiveram baixos
escores em testes cognitivos e na redação), mas não os sintomas
clássicos, como os do meu pai. A m inha interpretação de tudo isso:
não temos muito como controlar todos os fatores de risco apontados
como os vilões - alimentação, pressão alta, contaminação ambiental,
stress, e a genética (por enquanto). Mas podemos colocar o nosso
cérebro para trabalhar.

COMO?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos
circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e
pela vida 'bandida'.

Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai;
não cheguem ao topo nunca, pois dali, só há um caminho: descer.
Inventem novos desafio s, façam palavras cruzadas, forcem a memória,
não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as
nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.

Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido,
ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.

Não existem estudos provando que o Alzheimer é a moléstia preferida
dos arrogantes, autoritários e auto-suficientes, mas a minha
experiência mostra que pode haver alguma coisa nesse mato.

Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7
de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso. Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente
novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum...
Preocupante. ) Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela
felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca
do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que
ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:

Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém
a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas
conexões. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin
(2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos
neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado
por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço
intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.

Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios
'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão
fazendo, concentrando- se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer
tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um
trabalho adicional. Tente fazer um teste:

- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando
isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro.

Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu
cérebro. Vale a pena tentar.

Inicie usando o mouse com a mão esquerda. 

 

cleudf
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sinto-me: Saudosa
música: Usa-me - Fernanda Blum
19 de Novembro de 2008

 



01. Atira se for homem.

02. Atravessa correndo que dá.

03. Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda.

04. Fica tranqüilo que este alicate é isolado.
 
05. Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão.

06. Essa camisa do Palmeiras não é minha não….eu sou corintiano como vocês.

07. Adoro essas ruas pois são super tranqüilas.

08. Tem certeza que não tem perigo?

09. Nem acredito que vou saltar de pára-quedas! E, ó, eu mesmo que dobrei!

10. Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo.

11. Confie em mim!

12. Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência.

13. Capacete? Imagina, tá calor.

14. Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado…

15. Deixa comigo.

16. Desce desse ônibus e me encara de frente, sua bicha!

17. Você é grande mas não é dois!

18. Kung-Fu nada. Eu vou acabar com você.

19. Vamos lá que não tem erro.

20. Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho.
 



 

cleudf
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publicado por cleudf às 17:41 link do post
sinto-me: Perplexa, mas não desanimada.
música: Quero Aprender - Sergio Lopes
17 de Novembro de 2008

 

PÉROLAS DO ENEM - (ENSINO MÉDIO) 

1) "O problema da amazônia tem uma percussão mundial. Várias ONGs já se estalaram na floresta".

 

2) "A amazônia é explorada de forma piedosa".

 

3) "Vamos nos unir juntos de mãos dadas para salvar o planeta".

 

4) "A floresta tá ali paradinha no lugar dela e vem o homem e créu".

 

5) "Tem que destruir os destruidores por que o destruimento salva a floresta".

 

6) "O grande excesso de desmatamento exagerado é a causa da devastação".

 

7) "Espero que o desmatamento seja instinto".

 

8) "A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo".

 

9) "A emoção de poluentes atmosféricos aquece a floresta".

 

10) "Tem empresas que contribui para a realização de árvores renováveis".

 

11) "Animais ficam sem comida e sem dormida por causa das queimadas".

 

12) "Precisamos de oxigênio para nossa vida eterna".

 

13) "Os desmatadores cortam árvores naturais da natureza".

 

14) "A principal vítima do desmatamento é a vida ecológica".

 

15) "A amazônia tem valor ambiental ilastimável".

 

16) "Explorar sem atingir árvores sedentárias".

 

17) "Os estrangeiros já demonstraram diversas fezes enteresse pela amazônia".

 

18) "Paremos e reflitemos".

 

19) "A floresta amazônica não pode ser destruída por pessoas não autorizadas".

 

20) "Retirada claudestina de árvores".

 

21) "Temos que criar leis legais contra isso".

 

22) "A camada de ozonel".

 

23) "A amazônia está sendo devastada por pessoas que não tem senso de humor".

 

24) "A cada hora, muitas árvores são derrubadas por mãos poluídas, sem coração".

 

25) "A amazônia está sofrendo um grande, enorme e profundíssimo desmatamento devastador, intenso e imperdoável".

 

26) "Vamos gritar não à devastação e sim à reflorestação".

 

27) "Uma vez que se paga uma punição xis, se ganha depois vários xises".

 

28) "A natureza está cobrando uma atitude mais energética dos governantes".

 

29) "O povo amazônico está sendo usado como bote expiatório".

 

30) "O aumento da temperatura na terra está cada vez mais aumentando".

 

31) "Na floresta amazônica tem muitos animais: passarinhos, leões, ursos, etc."

 

32) "Convivemos com a merchendagem e a politicagem".

 

33) "Na cama dos deputados foram votadas muitas leis".

 

34) "Os dismatamentos é a fonte de inlegalidade e distruição da froresta amazonia".

 

35) "O que vamos deixar para nossos antecedentes?"

 

36) "A fiscalisação tem que ser preservativa".

 

37) "Não podem explorar a Amazônia de maneira tão devassaladora".

 

Fonte: Vi no Blog do Mário.

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publicado por cleudf às 20:32 link do post
sinto-me: Triste
música: I'am your angel
16 de Novembro de 2008

 

 

 

 

Poema do amigo aprendiz


Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...

Fernando Pessoa

 

 

 

                               OLHOS             VERDES

 

São uns olhos verdes, verdes,

Uns olhos de verde-mar,

Quando o tempo vai bonança;

Uns olhos cor de esperança,

Uns olhos porque morri;

           Que ai de mim!

Nem já sei qual fiquei sendo

         Depois que os vi!

 

                                           Como duas esmeraldas,

                                           Iguais na forma e na cor,

                                          Têm luz mais branda e mais forte,

                                          Diz uma - vida, outra - morte;

                                         Uma - loucura, outra - amor.

                                         Mas ai de mim!

                                         Nem já sei qual fiquei sendo

                                          Depois que os vi!

 

São verdes da cor do prado,

Exprimem qualquer paixão,

Tão facilmente se inflamam,

Tão meigamente derramam

Fogo e luz do coração;

        Mas ai de mim!

Nem já sei qual fiquei sendo

       Depois que os vi!

 

                                          São uns olhos verdes, verdes,

                                          Que podem também brilhar;

                                           Não são de um verde embaçado,

                                          Mas verdes da cor do prado,

                                          Mas verdes da cor do mar.

                                                       Mas ai de mim!

                                          Nem já sei qual fiquei  sendo

                                                       Depois que os vi!

 

Como se lê num espelho,

Pude ler nos olhos seus!

Os olhos mostram a alma,

Que as ondas postas em calma

Também refletem os céus;

          Mas ai de mim!

Nem já sei qual fiquei sendo

          Depois que os vi!

 

                                         Dizei vós, ó meus amigos,

                                         Se vos perguntam por mim,

                                         Que eu vivo só da lembrança

                                         De uns olhos cor de esperança,

                                         De uns olhos verdes que vi!

                                                    Que ai de mim!

                                         Nem já sei qual fiquei sendo

                                                    Depois que os vi!

 

Dizei vós: Triste do bardo!

Deixou-se de amor finar!

Viu uns olhos verdes, verdes

Uns olhos da cor do mar;

Eram verdes sem esperança,

Davam amor sem amar!

Dizei-o vós, meus amigos,

           Que ai de mim!

Não pertenço mais à vida

           Depois que os vi!

 

ANTONIO GONÇALVES DIAS

 

Um bom Domingo para todos!

 

 

 

 

cleudf
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sinto-me: Desprezada
música: Estranha forma de Vida-Carlos do Carmo&Mariza
13 de Novembro de 2008

  Ao iniciar meus afazeres matinais, priorizo os noticiários do dia,  para que eu esteja inteirada das ocorrências diárias do meu país e do mundo. Às vezes sentimo-nos perplexos com determinadas situações de violências que nos tira o fôlego. Lí o post do Dr. Manuel Luis, no seu Blog, http://civis.blogs.sapo.pt ,expondo, exatamente, esta inefável " estado de calamidade pública", eu diria, que é a violência dominante no mundo.

De modo  que ao deparar-me com esta reportagem deste gênio em educação, percebi que nem tudo está perdido, que as nossas crianças poderão visualizar um futuro melhor através da aprendizagem.

Há um índice elevado de crianças, no ensino fundamental que, não conseguem assimilar a Matemática com nenhuma atividade do seu dia-a-dia devido, o mal planejamento curricular das escolas e da imparcialidade de alguns professores.

Portanto, uma notícia com esta nos trás esperanças inauditas, por ainda existir no mundo pessoas de extrema solidariedade e genialidade.

 

Matemática

Passos do robô e construção da equação

Antonio Rodrigues Neto*
Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação

Introdução

O conceito de equação é um dos mais difíceis de ser introduzido no Ensino Fundamental. A relação entre as regras contidas nos problemas exige estratégias para que a construção da equação possa ter mais significado e se transformar em mais um instrumento de resolução. Assim, é necessário que os exemplos e as situações escolhidas para esse fim sejam viáveis e fáceis de serem aplicados. Neste plano de aula, utilizaremos os passos de um robô como modelo para introduzir o conceito de equação.

Objetivo

Utilizar os passos de um robô como estratégia para desenvolver os procedimentos que são usados na construção de uma equação. Construir problemas explorando o deslocamento do robô, indicando a equação como um dos caminhos de resolução.

Estratégias

1) Pedir para que os alunos imaginem e desenhem um robô. Introduzir a condição de que os passos do robô devem possuir sempre o mesmo comprimento.

 

2) Definir o comprimento do passo do robô como uma medida ainda desconhecida, representando-a por uma letra. Mostrar que esse é um dos procedimentos essenciais para se construir uma equação.

 

3) Propor a idéia de que cada robô deverá percorrer uma determinada distância. Definir a medida dessa distância e o número de passos que deverão ser dados para percorrê-la. Por exemplo, vamos imaginar que sejam dados 10 passos para percorrer 5 metros. Qual deverá ser o tamanho do passo dado pelo robô?

 

4) Explorar a repetição do passo e mostrar que essa repetição conduz à operação da multiplicação. O tamanho de cada passo poderá ser representado por uma letra P e o problema será equacionado como 500 cm = 10 x P.

 

5) Mostrar, por meio da tabuada, a operação da divisão como recurso para descobrir o valor de um dos fatores. Por exemplo, 4 x 8 = 32 então 8 = 32 : 4 ou 4 = 32 : 8. Assim, para 500 cm = 10 x P temos P = 500 cm : 10 com P = 50 cm.

 

6) Utilizar o mesmo tipo de problema, só que alternando a incógnita para as outras medidas. Por exemplo, o número de passos poderá ser uma incógnita representada por N. Quantos passos são necessários para se deslocar 200 metros se o tamanho do passo do robô for igual a 40 cm? Mostrar a construção da equação 20 000 cm = N x 40 cm, onde N é número de passos.

Atividades

1) Pesquisar sobre a história dos robôs.

 

2) Imaginar a situação de um robô saindo de um ponto A e se deslocando por 400 metros até um ponto B. Logo a seguir, deslocando-se mais um trecho, de B até C, com passos que medem 40 cm. Sabendo que o deslocamento total de A até C é de 2 Km, calcule a quantidade de passos que foram dados no trecho BC. Equacionar o problema indicando os caminhos de resolução.

 

3) Imagine um robô saindo de um ponto A e se deslocando em linha reta até um ponto B, com um passo que mede sempre 25 cm. Considerando a distância entre A e B igual a 310 m, é possível o robô parar no ponto B? Por quê? Se não for possível, quais são as respostas mais viáveis?

*Antonio Rodrigues Neto, professor de matemática no ensino fundamental e superior, é mestre em educação pela USP e autor do livro "Geometria e Estética: experiências com o jogo de xadrez" (Editora da UNESP).

 

 

 

 

 

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