O JÚBILO DE QUEM AMA
30 de Abril de 2009

 

...continuação.

As mais ricas experiências pessoais do Dr. Gordon com Deus, ele atesta que as recebeu nas reuniões das Convenções em Northfield em 1882, sob a atuação de D. L. Moody.

 

Escreveu o Sr. George C. Needham, que "o Dr. Gordon parecia ter sempre algo maior diante dos olhos!" Houve dez dias memoráveis, "gastos mais em orações do que em pregações." A ênfase foi dada no capítulo XVII de João, a oração intercessória de Jesus, quado ele une os Seus servos a Si e ao Pai, num entrelaçamento trino de TRINO AMOR. As almas dos servos de Deus se rendiam, quebrantadas, humilhadas, mas numa liberdade de apego a Deus e numa expressão de sinceridade tais que chegavam ao pranto, ao soluço e às exclamações de júbilo celestial.

 

Qundo o Dr. Gordon retornou desse encontro, onde o fogo de Deus derretia as almas, foi a Nova Jersey e pregou num domingo de manhã. Foi dito a seu respeito: "Estava tão cheio do Espírito Santo que não falou nenhuma palavra vã ou comum. Relatou a extraordinária bênção recebida em Northfield. Após os trabalhos, entrou no quarto e logo saiu para visitar casas e restaurantes, salões de diversões e botequins... Muitos foram salvos naquele dia, inclusive famílias inteiras. 

 

 

 

 

 

 

Seus livros se espalharam. Moody lhe entregara a liderança, muitas vezes, nas Convenções em Northfield. Dr. Artur T. Pierson disse dele: " Ensinava com indiscutível autoridade."

No seu livro "O Ministério do Espírito", que muitos dizem ser a sua melhor obra. Dr. Gordon apresenta a obra do Espírito Santo sob três aspectos: "Selando, enchendo e ungindo. O selo acompanha a segurança; o enchimento acompanha o poder; a unção acompanha o conhecimento."

Aceitava os dons do Espírito Santo, como o sobrenatural atuando através da submissão do crente. Aceitava a beneficência como um desses dons do Espírito, em formas naturais de institutos de treinamento, de missões aos judeus, aos chineses, e aos negros. Casas de proteção às mulheres decaídas foram edificadas; visitas aos portos, e aos hospitais eram feitas; os desamparados em geral eram lembrados.

 

O fato mais notável do destemido Dr. Gordon é que, mau grado às oposições, ele fez a diferença das duas bênçãos no seu livro "A Vida Dupla". Ele disse: "È lastimável que muitos cristãos opinem que a salvação da alma é uma meta, ao invés de ser o ponto de partida! Quando Cristo disse: 'Aquele que crê no Filho tem a vida eterna', é como se dissesse, tem o princípio. Porque mais tarde disse: 'Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância'. Cristo apropriado pela fé em nós, é a origem da vida eterna; Cristo dentro de nós para a morada do Espírito Santo, é a origem da vida mais abundante. O primeiro feito, - ou a primeira bênção -, - assegura a nossa salvação; o outro fito, - ou a segunda bênção, - assegura a vida plena, abundante, completa."

 

Sobre as manifestações do Espírito, hoje condenadas por muitos, desassombradamente o Dr. Gordon diz: "Um Espírito somente pode comunicar-se conosco, através de seus e e suas manifestações exteriores. Nosso Senhor indica isto nas suas palavras acerca do vento: "Assopra onde quer..."

 

Quanto ao corpo humano, na sua divisão trina e personalidade inteira, ser a morada do Espírito Santo, o Dr. Gordon tem palavras tão maravilhosas e tocantes, como se lhe houvessem sido ditadas pelas línguas de fogo que desceram no Pentecostes! E elas continuam atuando nos dias que correm. Para a alegria indivizível de todos nós, os crentes avivados que estamos presentes neste ano de 1966, a coisa nova que se está processando no mundo inteiro, são "os atos e as manifestações" do V Evangelho, isto é,  dos ATOS DOS APOSTÓLOS, prosseguindo na sua marcha ininterrupta, até à SEGUNDA VINDA DO NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, A QUEM RENDEMOS TODA A GLÓRIA E TODO LOUVOR!

 

Fonte:Tognini, Enéas - Vidas Poderosas

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21 de Abril de 2009

HOMENAGEM À BRASÍLIA

Parabéns, Brasília!  49 anos de braços abertos, acolhendo a todos.

 

Pôr-do-sol

 

Catedral

Ponte JK

Memorial JK

Palácio da Justiça

Congresso

Museu da República

Chapada dos veadeiros

Palácio do Buriti

Lago Paranoá

Vista aérea

Catedral

Ponte JK

Parque da Cidade

 

Brasília, Sinfonia Da Alvorada
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Antonio Carlos Jobim
No príncipio era o ermo
Eram antigas solidões sem mágoa.
O altiplano, o infinito descampado
No princípio era o agreste:
O céu azul, a terra vermelho-pungente
E o verde triste do cerrado.
Eram antigas solidões banhadas
De mansos rios inocentes
Por entre as matas recortadas.
Não havia ninguém. A solidão
Mais parecia um povo inexistente
Dizendo coisas sobre nada.
Sim, os campos sem alma
Pareciam falar, e a voz que vinha
Das grandes extensões, dos fundões crepusculares
Nem parecia mais ouvir os passos
Dos velhos bandeirantes, os rudes pioneiros
Que, em busca de ouro e diamantes,
Ecoando as quebradas com o tiro de suas armas,
A tristeza de seus gritos e o tropel
De sua violência contra o índio, estendiam
As fronteiras da pátria muito além do limite dos tratados.
– Fernão Dias, Anhanguera, Borba Gato,
Vós fostes os heróis das primeiras marchas para o oeste,
Da conquista do agreste
E da grande planície ensimesmada!
Mas passastes. E da confluência
Das três grandes bacias
Dos três gigantes milenares:
Amazonas, São Francisco, Rio da Prata ;
Do novo teto do mundo, do planalto iluminado
Partiram também as velhas tribos malferidas
E as feras aterradas.
E só ficaram as solidões sem mágoa
O sem-termo, o infinito descampado
Onde, nos campos gerais do fim do dia
Se ouvia o grito da perdiz
A que respondia nos estirões de mata à beira dos rios
O pio melancólico do jaó.
E vinha a noite. Nas campinas celestes
Rebrilhavam mais próximas as estrelas
E o Cruzeiro do Sul resplandecente
Parecia destinado
A ser plantado em terra brasileira:
A Grande Cruz alçada
Sobre a noturna mata do cerrado
Para abençoar o novo bandeirante
O desbravador ousado
O ser de conquista
O Homem!

II / O HOMEM

Sim, era o Homem,
Era finalmente, e definitivamente, o Homem.
Viera para ficar. Tinha nos olhos
A força de um propósito: permanecer, vencer as solidões
E os horizontes, desbravar e criar, fundar
E erguer. Suas mãos
Já não traziam outras armas
Que as do trabalho em paz. Sim,
Era finalmente o Homem: o Fundador. Trazia no rosto
A antiga determinação dos bandeirantes,
Mas já não eram o ouro e os diamantes o objeto
De sua cobiça. Olhou tranqüilo o sol
Crepuscular, a iluminar em sua fuga para a noite
Os soturnos monstros e feras do poente.
Depois mirou as estrelas, a luzirem
Na imensa abóbada suspensa
Pelas invisíveis colunas da treva.
Sim, era o Homem...
Vinha de longe, através de muitas solidões,
Lenta, penosamente. Sofria ainda da penúria
Dos caminhos, da dolência dos desertos,
Do cansaço das matas enredadas
A se entredevorarem na luta subterrânea
De suas raízes gigantescas e no abraço uníssono
De seus ramos. Mas agora
Viera para ficar. Seus pés plantaram-se
Na terra vermelha do altiplano. Seu olhar
Descortinou as grandes extensões sem mágoa
No círculo infinito do horizonte. Seu peito
Encheu-se do ar puro do cerrado. Sim, ele plantaria
No deserto uma cidade muita branca e muito pura...

Citação de Oscar Niemeyer

– "... como uma flor naquela terra agreste e solitária…"
- Uma cidade erguida em plena solidão do descampado.
Niemeyer
– " ... como uma mensagem permanente de graça e poesia..."
- Uma cidade que ao sol vestisse um vestido de noivado
Niemeyer
– " ... em que a arquitetura se destacasse branca, como que flutuando na imensa escuridão do planalto..."
– Uma cidade que de dia trabalhasse alegremente
Niemeyer
– "…numa atmosfera de digna monumentalidade..."
– E à noite, nas horas do langor e da saudade
Niemeyer
– " ... numa luminação feérica e dramática..."
– Dormisse num Palácio de Alvorada!
Niemeyer
– " ... uma cidade de homens felizes, homens que sintam a vida em toda a sua plenitude, em toda a sua fragilidade; homens que compreendam o valor das coisas puras..."
– E que fosse como a imagem do Cruzeiro
No coração da pátria derramada.

Citação de Lucio Costa

– "…nascida do gesto primário de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos que se cruzam em ângulo reto, ou seja, o próprio sinal da cruz."

III / A CHEGADA DOS CANDANGOS

Tratava-se agora de construir: e construir um ritmo novo.

Para tanto, era necessário convocar todas as forças vivas da Nação, todos os homens que, com vontade de trabalhar e confiança no futuro, pudessem erguer, num tempo novo, um novo Tempo.
E, à grande convocação que conclamava o povo para a gigantesca tarefa começaram a chegar de todos os cantos da imensa pátria os trabalhadores: os homens simples e quietos, com pés de raiz, rostos de couro e mãos de pedra, e que, no calcanho, em carro de boi, em lombo de burro, em paus-de-arara, por todas as formas possíveis e imagináveis, começaram a chegar de todos os lados da imensa pátria, sobretudo do Norte; forarn chegando do Grande Norte, do Meio Norte e do Nordeste, em sua simples e áspera doçura; foram chegando em grandes levas do Grande Leste, da Zona da Mata, do Centro-Oeste e do Grande Sul; foram chegando em sua mudez cheia de esperança, muitas vezes deixando para trás mulheres e filhos a aguardar suas promessas de melhores dias; foram chegando de tantos povoados, tantas cidades cujos nomes pareciam cantar saudades aos seus ouvidos, dentro dos antigos ritmos da imensa pátria...

Dois locutores alternados

– Boa Viagem! Boca do Acre! Água Branca! Vargem Alta! Amargosa! Xique-Xique! Cruz das Almas! Areia Branca! Limoeiro! Afogados! Morenos! Angelim! Tamboril! Palmares! Taperoá! Triunfo! Aurora! Campanário! Águas Belas! Passagem Franca! Bom Conselho! Brumado! Pedra Azul! Diamantina! Capelinha! Capão Bonito! Campinas! Canoinhas! Porto Belo! Passo Fundo!
Locutor no 1
– Cruz Alta...
Locutor no 2
– Que foram chegando de todos os lados da imensa pátria...
Locutor no 1
– Para construir uma cidade branca e pura...
Locutor n 2
– Uma cidade de homens felizes...

IV / O TRABALHO E A CONSTRUÇÃO

– Foi necessário muito mais que engenho, tenacidade e invenção. Foi necessário 1 milhão de metros cúbicos de concreto, e foram necessárias 100 mil toneladas de ferro redondo, e foram necessários milhares e milhares de sacos de cimento, e 500 mil metros cúbicos de areia, e 2 mil quilômetros de fios.
– E 1 milhão de metros cúbicos de brita foi necessário, e quatrocentos quilômetros de laminados, e toneladas e toneladas de madeira foram necessárias. E 60 mil operários! Foram necessários 60 mil trabalhadores vindos de todos os cantos da imensa pátria, sobretudo do Norte! 60 mil candangos foram necessários para desbastar, cavar, estaquear, cortar, serrar, pregar, soldar, empurrar, cimentar, aplainar, polir, erguer as brancas empenas...
– Ah, as empenas brancas! -
– Como penas brancas...
– Ah, as grandes estruturas!
– Tão leves, tão puras...
Como se tivessem sido depositadas de manso por mãos de anjo na terra vermelho-pungente do planalto, em meio à música inflexível, à música lancinante, à música matemática do trabalho humano em progressão ...
O trabalho humano que anuncia que a sorte está lançada e a ação é irreversível.

Cantochão

E ao crespúsculo, findo o labor do dia, as rudes mãos vazias de trabalho e os olhos cheios de horizontes que não têm fim, partem os trabalhadores para o descanso, na saudade de seus lares tão distantes e de suas mulheres tão ausentes. O canto com que entristecem ainda mais o sol-das-almas a morrer nas antigas solidões parece chamar as companheiras que se deixaram ficar para trás, à espera de melhores dias; que se deixaram ficar na moldura de uma porta, onde devem permanecer ainda, as mãos cheias de amor e os olhos cheios de horizontes que não têm fim. Que se deixaram ficar muitas terras além, muitas serras além, na esperança de um dia, ao lado de seus homens, poderem participar também da vida da cidade nascendo em comunhão com as estrelas. Que viram, uma manhã, partir os companheiros em busca do trabalho com que lhes dar uma pequena felicidade que não possuem, um pequeno nada com que poder sentir brilhar o futuro no olhar de seus filhos. Esse mesmo trabalho que agora, findo o labor do dia, encaminha os trabalhadores em bando para a grande e fundamental solidão da noite que cai sobre o planalto…

" Deste planalto central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino."
(Brasília, 2 de outubro de 1956)
Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira

V / CORAL

I II III
Coro Coro Coro
Masculino Masculino Misto
Brasília Brasília Brasília
Brasília Brasília Brasília
Brasília Brasília Brasília
Brasília Brasília Brasília
Brasília Brasília Brasília
BRASIL! BRASIL! BRASIL!

VI

Terra de sol
Terra de luz
Terra que guarda no céu
A brilhar o sinal de uma cruz
Terra de luz
Terra-esperança, promessa
De um mundo de paz e de amor
Terra de irmãos
Ó alma brasileira ...
... Alma brasileira ...
Terra-poesia de canções e de perdão
Terra que um dia encontrou seu coração

Brasil! Brasil!
Ah... Ah... Ah...
B r a s í 1 i a!
Dlem! Dlem!
Ô ... ô... ô... ô


 

 

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sinto-me: Esperançosa
música: Saudade
18 de Abril de 2009

 

 

Nasceu em New Hampshire em 13 abril de 1836, faleceu em 2 de fevereiro de 1895).

Seu pai, John Calvin Gordon, foi um diácono Batista. Sua mãe, Sally Robinson Gordon, mais tarde foi descrito por Gordon como "uma ministra cuja família (de doze crianças) foi sua paróquia".

 

Seu nome é uma homenagem ao primeiro missionário americano enviado à Birmânia, Adoniram Judson, e tinha concluído, naquele período, uma recente tradução da Bíblia para o birmanês.

 

 

Até os quinze anos, era um rapaz indiferente aos apegos religiosos em que viviam os seus. Eram doze irmãos e Adoniram aparentava a mentalidade comum de qualquer adolescente de sua idade. Desde cedo ajudava o pai no moinho e na fazenda de sua propriedade. Depois dos quinze anos, Adoniram começou a interessar-se pela salvação de sua alma. Veio primeiramente uma forte e persistente convicção de pecado. Passou toda uma noite em tal agonia de alma, que o pai foi obrigado a sentar-se à beira de sua cama e ajudá-lo a entregar-se a Deus, numa luta íntima de oração até o despontar do dia. Ao amanhecer, a alma de Adoniram era calma como um regato e tão resplandecente de gratidão e louvor, como a própria claridade do sol, assim se expressou o seu filho Ernesto na biografia que escreveu.

Deu sua profissão de fé e depois foi batizado e recebido na Igreja. Começou a estudar e amar os bons livros, o que não fazia antes. Aos dezesseis anos sentiu a chamada para o ministério, entretanto um velho diácono expressou-se tristemente: “È um bom rapaz... daria um excelente ministro... mas falta-lhe a energia!” O homem, embora experiente, nem sequer podia imaginar o que se escondia atrás daquele jovem tão manso e tranquilo...

O rapaz foi estudar na escola preparatória, trabalhando nas horas vagas para sustentar-se nas despesas obrigatórias, dos estudos. Desejou aprofundar-se no grego, a fim de entender melhor o Novo Testamento. Em 1856 entrou na Universidade Brown. Lia muito. Em 1860 entrou no Seminário Teológico de Newton. Veio a guerra civil que levou muitos dos seus colegas ao front, mas Adoniram foi poupado.

Em 1863 graduou-se e aceitou o pastorado da pequena Igreja de Jamaica Plain num subúrbio de Boston. Alí passou seis anos. A igreja prosperou, especialmente em número. Em 1867 aceitou o pastorado de uma importante igreja na cidade de Boston, apesar de, por várias vezes, declinar do convite. Mas a igreja que lhe estava destinada para nela fazer conhecida a doutrina do domínio do Espírito Santo nas vidas dos salvos por Cristo, foi a igreja batista de Claredon Street era aristocrática e havia pouco lugar para os pobres.

Alí permaneceu o Dr. Gordon por mais de um quarto de século, fazendo-a “uma das igrejas mais agressivamente espirituais!”

E qual o segredo do sucesso do Dr. Gordon? Diz o biográfo: “Foi a sua experiência pessoal com o Espírito Santo, cujo batismo e unção recebeu pela instrumentalidade do avivalista Moody, durante as suas conferências em Northfield, algum tempo antes dele aceitar o pastorado da igreja batista de Claredon Street.” Outro servo de Deus que espalhou benéfica influência na vida do Dr. Gordon, foi John Vassar, conhecido com Tio João Vassar. Mais tarde escrevia acerca dessa influência: “Era como se ele fosse um cidadão dos céus, pisando à terra, tão cheio estava da glória e poder celestiais.” Por cinco anos sucessivos, João Vassar ajudou Gordon em Clarendon Street, indo de casa em casa, desde as mais ricas às mais simples, falando, pregando, levando a doutrina do “novo nascimento.” Tão humilde, mas tão fiel e persistente era ele, que o apelidaram de " o  cão  pastor". Sim, o Pastor era o Senhor Jesus Cristo, cujas ovelhas João Vassar buscava diligentemente. Escreve o Dr. Gordon, rememorando os dias abençoados; "Passávamos noites inteiras, juntos, em oração pelos perdidos."

 

O ano de 1877, com as reuniões dirigidas por Moody, fizeram o clímax da espiritualidade da Igreja de Claredon Street. Vieram antes sete anos de "seca espiritual", umonda de letargia, o que deu ensejo ao novo período de saúde, despertamento e amor.

 

As reuniões de Moody eam num grande tabernáculo construido num grande espaço que chamava de "tenda", sem nada de atrações externas senão e exclusivamente a palavra do ungido do Senhor. O tabernáculo se enchia, cada noite de cinco a sete mil pessoas, de diferentes posições sociais, vindas de longe, em excursões, de todas as partes do país. Foram organizadas reuniões de oração às tardes e pelas manhãs, por homens de ocupações, jovens estudantes, meninos e senhoras.

 

"E como centro das operações, estava a igreja avivada de Claredon Street!" Era como uma fortaleza ocupada por tropas de batalhas. Que experiências! A graça e o poder do Espírito eram manifestadas em muitos, durante os seis meses de reavivamento em Boston!

 

Adoniram Judson Gordon ou simplesmente A. J. Gordon foi um dos mais influentes ministros de sua geração. Fundou o Gordon College, um dos pioneiros no ensino para o ministério feminino, um ocupação que até hoje encontra obstáculos no meio religioso.

Continua...

 

 

 

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10 de Abril de 2009

 

 

 

BIOGRAFIA DE JOÃO FILSON SOREN- PRIMEIRO CAPELÃO MILITAR QUE SERVIU NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
(1908 – 2002)
 
 

Nascido na cidade do Rio de Janeiro em 21 de janeiro de 1008. Filho do pastor carioca Francisco Fulgêncio Soren (1869 – 1933) e da norte-americana Jane Filson Soren (1876 – 1969), o garoto Soren professou sua fé em Jesus Cristo aos oito anos de idade e foi batizado pelo pai no dia 14 de setembro no Templo da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. São suas estas palavras: “A minha infância me conduziu a uma juventude talvez precoce, porque o meu pai era o meu pastor e eu acompanhava muito o trabalho dele e me interessava muito por ele. Fazia muitas perguntas e, tanto que, às vezes dizia que eu era muito perguntador, mas eu tinha que aprender. De modo que eu tive uma juventude bem informada sobre o que era a vida batista e a Denominação batista e o porquê de muitas coisas batistas que nós não vamos encontrar nos tratados, mas nas experiências daqueles que nos precederam. Nisso que a nossa vida batista é muito rica.” Estudou no Colégio Batista Shepard, fundado no ano de seu nascimento e, depois, sentindo-se vocacionado para trabalhar como missionário entre os índios ingressou no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, mas ao final do primeiro ano recebeu convite para estudar no Estados Unidos. Transferiu-se em 1928 e passou a estudar no Seminário Teológico Batista do Sul, em Louisville, no estado de Kentucky. Aí recebeu o título de mestre em Teologia. "Fiz outros cursos, outras atividades, dois doutorados em duas instituições batistas famosas, uma delas onde o meu pai estudou (aliás, ele foi o primeiro batista brasileiro a estudar na América do Norte) porque quando ele se converteu aqui não havia seminário. 
No Colégio Batista Shepard concluiu o bacharelado em Ciências e Letras, enquanto estudava matérias teológicas no Seminário Batista do Sul do Brasil, onde se formou em Teologia. Em 1928, com 20 anos de idade, embarcou para os Estados Unidos, onde fez mestrado em Teologia e Artes.

Retornou ao Brasil em 1933 e começou a dar aulas, de várias disciplinas no Colégio Batista.
Seu pai, Francisco Fulgêncio Soren foi pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, na Rua Frei Caneca, a partir de 1902 e até por volta de 1933. Surpreendido pela morte de seu pai em outubro de 1933, passou a ouvir comentários sobre sua ascensão ao ministério da PIB do Rio. Mas essa idéia até o aborrecia.  Quando tinha 27 anos de idade, em 1935, João Soren foi ordenado ao Ministério Pastoral Batista, em 1º de janeiro de 1935.

Em 3 de janeiro, dois dias após a ordenação, assumiu o pastorado da igreja fundado pelo pioneiro William B. Bagby que havia pastoreada por seu pai. Em sua posse a igreja tinha 602 membros.

Foi casado durante 55 anos com a profª Nicéa Miranda Soren com quem teve três filhos; Marília, Cláudio e João Marcos, quatro netos e três bisnetos. Ficou viúvo em 14 de maio de 1990. Emocionado, falou da influência que a sua esposa tivera em seu ministério: “Conheci minha esposa aqui nessa rua (Rua Uruguai, Tijuca). Um dia depois orei. Ela era católica. A mãe dela foi a primeira a se converter na família. O pai dela, meu sogro, era mineiro conservador mas não apreciava o clero romano. Ele conhecia muitas passagens que o desiludiram. Teve mais dois filhos além de Nicéa que se converteram. Nicéa estudou no Colégio Feminino onde meus pais eram diretores. Um dia Nicéa disse que queria falar comigo sobre o assunto religião. Eu disse que tudo bem. Tratava de qualquer assunto. Esse era muito importante. Ela era pianista e eu violinista. Eu peguei o violino e o coloquei no compartimento. Ela veio dizer que havia assistido o culto, foi à Igreja algumas vezes. Então conversamos sobre nós.”

Durante seu ministério batizou 3.345 pessoas. Foi um Pastor singular. Teve um único ministério pastoral na vida (excetuando aqueles que acumulou como pastor interino). Pastoreou a Primeira Igreja Batista do Rio durante  50 anos consecutivos, passando o cajado em 1985, com uma igreja com mais de 3.200 membros. Seu pai foi Pastor da mesma Igreja por mais de 33 anos.  Assim, os dois somaram na mesma Primeira Igreja Batista do Rio, cerca de 83 anos de pastorado, de 1902 até 1985.

João Soren Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira por dez mandatos e Presidente da Aliança Batista Mundial de 1960 a 1965, sendo o primeiro latino a receber essa investidura. Foi presidente da Ordem dos Pastores do Distrito Federal (hoje Rio de Janeiro). Foi reitor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, orador e presidente da Aliança Batista Mundial, fundador da Sociedade Bíblica do Brasil.
Pertenceu à Academia Brasileira Evangélica de Letras e foi membro do Conselho de Administração do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro. A Faculdade Georgetown, em Kentucky – USA lhe conferiu o Doutorado em Divindade, em 1955 e a Faculdade Batista William Jewell, em Missouri – USA, o Doutorado em Letras, em 1960. Por sua incomum capacidade de tradução simultânea, serviu como intérprete, no Estádio do Maracanã, do grande pregador norte-americano Billy Graham, em 1960.

Entre outros, escreveu "Sermões" e "O Combatente de Cristo"

 

 

Em 1944, com 36 anos de idade, emocionou o Brasil ao apresentar-se como voluntário para servir como Capelão na II Guerra Mundial sendo convidado então para estruturar o Serviço de Capelania Evangélica que ainda não existia nas Forças Armadas brasileiras.
Foi nomeado Capelão Militar em 13 de julho de 1944 e classificado no 1º Regimento de Infantaria, (Regimento Sampaio). No dia 20 de setembro do mesmo ano embarcou com destino ao teatro de operações da Europa, onde permaneceu por 341 dias. Porém, continuou a pastorear a igreja que não abria mão de sua direção. Enviava cartas que era lidas e depois reproduzidas.
A contribuição cívica com que ele honrou sua pátria na condição de Capelão Evangélico das Forças Expedicionárias Brasileiras lhe rendeu as seguintes condecorações militares: “Medalha do Esforço de Guerra”, “Medalha da Campanha da FEB”, “Cruz de Combate Primeira Classe” e a “Silver Star” (do Exército Norte Americano).
Posteriormente, receberia ainda as seguintes medalhas, pelos mesmos motivos: “Mascarenhas de Moraes”, “Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial”, “Amigos da Marinha” e “Monte Castelo”, entre outras.
O trabalho do Capelão Soren no front de batalha foi tão importante, que o General Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, lhe prestou um elogio, publicado no “Boletim da Divisão”, de 28 de fevereiro de 1945.

Cerca de 600 soldados evangélicos integraram a FEB. Neste número não se acham computados os simpatizantes, os amigos do Evangelho e os eventuais assistentes ao culto evangélico protestante. O Capelão Soren preparou um hinário do expedicionário, intitulado "O Cantor Cristão do Soldado". Embora o Ministério da Guerra se tivesse prontificado em fazê-lo, foi a Casa Publicadora Batista quem o fez em homenagem aos combatentes. Neste hinário, se tinha 101 hinos selecionados do Cantor Cristão, que era o hinário oficial da Igreja Batista na época. Os Militares Evangélicos iniciaram seus cultos no quartel do Regimento Sampaio, na Vila Militar logo que foram nomeados os capelães militares evangélicos, isto, já em agosto de 1944.

Foi organizado pelo pastor capelão Soren, o primeiro Coro Militar Evangélico do Brasil, tendo sido designado para dirigi-lo o sargento Júlio Andermann. No início eram 40 vozes, mas ao se apresentarem pela primeira vez na 1º Igreja Batista do Rio de Janeiro, o número já era de 70 vozes. Seu repertório todo era tirado do Cantor Cristão do Soldado, era executado a duas e a quatro partes. Era possuidor de belas e possantes vozes de baixo, cujo volume favorecia as execuções em campo aberto, com freqüência fazia-se ouvir em solos o sargento Júlio Andermann.
De volta ao Brasil, participou ativamente das atividades dos ex-combatentes, vindo a presidir, a partir de 1978, a Confraternização dos Ex-Combatentes e Veteranos Evangélicos da FEB (CONFRATEX-FEB), de que foi o idealizador.

 

 

 

 

É autor de um dos mais belos hinos e mais cantados no Brasil, o de nº 579, do Cantor Cristão: “Olhando para Cristo”, escrito em 1971. Como hinógrafo, inspirado como era, escreveu mais 08 hinos; “No Caminho do Senhor”, “A mão que me conduz”, “Com Jesus”, “Cristo Maravilhoso”, “Ò povo, vede a luz”, O Monte do Senhor”, “Fala e não te Cales” e “Olhando para Cristo”. Traduziu, “Que a Pátria inteira cante em teu louvor”.

Em 1998, prestes a completar 90 anos de idade, completamente lúcido e com vigor, concedeu uma entrevista a Clemir Fernandes Silva para a Revista Compromisso, e revelou que o texto bíblico que ele mais gostava era: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13) e disse ele: “Isso tem me levado a enfrentar tarefas, incumbências e ordenanças terrenas em condições impossíveis para mim. Nunca tem falhado.” O entrevistador perguntou-lhe que se ele “ tivesse que dar uma mensagem no púlpito, pregando para todos os crentes adultos no Brasil, que palavra seria?” – respondeu ele – “Que os crentes tivessem a preocupação primária de andarem, de atuarem sempre em acordo com o evangelho da Palavra de Deus. De pensarem em acordo com a Bíblia Sagrada. De buscarem a direção de Deus nas suas vidas, a Ele submissos. Então, outras dificuldades seriam superadas com mais facilidade.”


João Filson Soren faleceu, no Rio de Janeiro, às 21 horas do dia 2 de janeiro de 2002, aos 93 anos de idade.

 

Fonte: Revista EBD Compomisso - 1º trimestre de 1998

           

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sinto-me: Feliz com Jesus
música: Clássica - Bach
05 de Abril de 2009

 

(1510-1572) Nasceu em Haddington, Escócia, foi um padre escocês, líder da Reforma protestante e reconhecido como "O Pai da Reforma Protestante na Escócia.É considerado o fundador do presbiterianismo. Formou-se na Universidade de St. Andrews.  Influenciado pelos primeiros reformadores, tais como George Wishart, ele aderiu ao movimento reformista da Igreja da Escócia.  Esteve envolvido nos acontecimentos eclesiásticos e acontecimentos políticos relacionados com a morte do Cardeal Beaton, em 1546 e com a intervenção do governante da Escócia, Maria de Guise.  Ele foi feito prisioneiro pelas forças francesas no ano seguinte, após a sua libertação em 1549 foi exilado para a Inglaterra.


 

 Discípulo de G. Wishart (1513-1546),  morto no incêndio, Knox foi ordenado sacerdote em 1540.  O seu pensamento teve influencia, tanto luterana e calvinista, bem como Martin Bucer, em particular os seus pontos de vista sobre a comunhão na Ceia do Senhor.  Sua intensa atividade como um reformador e um patriota é confrontado diretamente ns casas de católicos franceses que dominou a Escócia.  Como resultado, Knox foi forçado a buscar proteção no castelo de San Andres.


 Foi Maria, Rainha da Escócia, que obrigou Knox a um exílio forçado.  Maria de Guise sua mãe, francesa e católica como sua filha conseguiu, em Julho de 1547, uma frota francesa sob cerco e bombardeamento do castelo, forçando os seus ocupantes a fugirem.  Knox e seus companheiros foram deportados e enviados par auxiliarem nas cozinhas, onde ele foi tomado como um escravo, até que em 1549, a intervenção do governo Inglês, foi liberada.


 Retornando à Inglaterra, ele começou a pregar em muitas partes do país.  Pregando perto da fronteira escocesa, atraiu muitos escoceses que o governo Inglês estava nervoso.  Knox alcançado por esse reconhecimento,  foi convidado a pregar no tribunal de Edward VI.  Este monarca Inglês, representante da era dourada da Reforma em seu país, ofereceu-lhe um lugar como bispo de Rochester, que imeditamente ele rejeitou.


 Quando Maria Tudor ( "Rainha" Sangue "Maria), Católica e esposa de Philip II, chegou ao trono Inglês em 1553, Knox  hesitou por algum tempo, sobre se le preferiria morrer em breve, queimado ou fugir do país. Finalmente, ele decidiu fugir a Genebra em 1555, quando o suíço reformador, John Calvin, o acolheu e tinha muita influência sobre ele.


Em finais 1555, Knox retornou à Escócia à um curto espaço de tempo, onde teve a sorte de escapar de uma acusação de heresia.  John Knox era também um visionário religioso.  Ele argumentou que a única possibilidade de que os escoceses estavam livres de dominação francesa foi a de que os protestantes da Escócia e da Inglaterra unissem em uma frente comum. En 1559, los acontecimientos se precipitaron en Escocia. Em 1559, os eventos são precipitados na Escócia.  O povo levantou-se contra os escoceses e a Regente determinou uma dominio francês, havia graves motins e as tropas governamentais foram lançados contra as forças protestantes, colocando-os em sérios apuros.  Foi então que a Inglaterra,  sob a protestante Elizabeth I, decidiu intervir com um poderoso exército. As tropas francesas foram cercados em Leith e tiveram qu render-se  (1560), este fato revela que a influência veio a um fim.  Nesse mesmo ano, John Knox, juntamente com outros reformadores do seu tempo fundou a Igreja Reformada.


Em 1567, o francês tinha sido conduzido inteiramente para a Escócia.  O triunfo do protestantismo foi assegurado quando,  Mary Stuart abdicou em 1567.  Knox pregou um sermão na coroação de James VI, o filho de Maria, que foi educado no protestantismo durante a regência do Sir. James Stewart, Earl of Moray e protestantes.  Desta forma, a Reforma Protestante foi finalmente consolidada no país ..


 John Knox, um patriota e pai da Reforma na Escócia, morreu no ano 1572.

 

Fonte:  Wikipedia.com
 

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